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Projetos/Salvamento De Posts/Postagens/Arquivo/Jan-Ago 2018


Um trabalho de escola levou o jovem paulistano Jonas Lobo, de 30 anos, a dominar pessoas com câncer que dependiam de transfusões de sangue para resistir à quimioterapia. Com Perfil Incerto, Agência Mostra Como é Fácil Calotear E Receber Patrocinador No Instagram contato com os pacientes o inspirou a construir o GDV (Grupo Doadores da Existência), um grupo voluntário que faz campanhas de incentivo às doações nos hemocentros de São Paulo e auxílio pacientes a encontrar doadores a partir da web.


Com a ajuda de Lobo e novas cinco pessoas, o GDV prontamente conquistou mais de 1.Quatrocentos seguidores no Facebook e está a caminho de se formalizar como uma ONG ainda por esse ano. Acompanhe a abaixo a entrevista que o R7 fez com o fundador do GDV. R7: Como é o trabalho do grupo?


Jonas Lobo: O GDV visita hemocentros e faz campanhas pessoalmente de incentivo à doação. Às vezes, lendo as imagens de uma campanha, a galera se anima e vai dar pela próxima. consulte neste site , nós compartilhamos pedidos de doação de sangue ou medula óssea a toda a hora com o consentimento das pessoas. comprar seguidores instagram , o tipo sanguíneo, o nome completo e o hospital onde a pessoa está internada. No momento em que temos tempo, até entramos em contato direto com a família. R7: Como surgiu a ideia de fazer o GDV? fontes : O grupo surgiu de um serviço acadêmico da escola de elaboração publicitária.




Meu grupo fez uma campanha abordando o preconceito velado que existe pela nação em ligação a pessoas com câncer. Esse foi um assunto muito leve, já que não é simples encostar alguém e pedir pra ela falar a respeito da doença e o preconceito. O serviço mexeu comigo, eu imediatamente estava envolvido e não tinha mais como eu me distanciar, então, em março de 2014, eu criei o GDV.


R7: Com que objetivo ele foi montado? Lobo: Nós podemos conscientizar e mobilizar a população brasileira sobre a importância da doação de sangue e de se cadastrar como doador de medula óssea. Além disso, muitas vezes, os pacientes precisam só de um abraço e de atenção, por causa de eles se sentem muito sozinhos.


R7: Quais são os perigos de trabalhar com um foco tão sério nas redes sociais? Lobo: Nós temos que tomar muito cuidado com os “fakes”. Infelizmente, existem pessoas mal-intencionadas, que se realizam passar por pacientes ou voluntários, dessa forma, a gente nunca compartilha pedidos de dinheiro. Prontamente ocorreu até já de vermos um desses “fakes” pedindo doações de sangue, sabe-se lá por que, para um paciente que não existia.


R7: Quais são os resultados que o grupo tem alcançado? Lobo: Tem muita gente que agradece e parabeniza o nosso trabalho. Alguns nos contam que conseguiram as doações. É um trabalho muito de formiguinha: difícil, contudo que a gente faz com afeto. R7: O que te entusiasma a continuar com este “trabalho de formiguinha”?


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